Nome:
MARIA JUCINAIDE DOS SANTOS LIMA
Idade:
36 anos
Johrei Center:
ITAIM PAULISTA
Data do relato:
10/01/2010
Sobre a experiência:
Maria Jucinaide ficou triste quando seu chefe lhe comunicou que pretendia
demiti-la. Sem se deixar abater, aproveitou o período de férias para servir
intensamente. Quando voltou, ao invés da demissão, ganhou uma promoção.
Atualmente, exerço a função de assistente de planejamento produtivo, embora meu cargo seja na área de Programa de Produção.
Dias antes de sair de férias, havia iniciado uma assistência de Johrei para a sogra do meu chefe. Por isso, seguindo a constância, fui à sua casa. Porém, nesse dia, no portão da residência, meu chefe me disse: “Preciso conversar com você a respeito do trabalho, pois já faz algum tempo que venho tentando encontrar uma oportunidade e creio que é chegado o momento”. Imaginei que a conversa não seria agradável, mas também achei que não seria tão difícil. Afinal, só faz seis meses que ele atua na empresa e precisava apresentar resultados – contudo não estava conseguindo atingir sua meta no setor devido a uma série de problemas anteriores. Ele disse que estava totalmente insatisfeito com o meu trabalho e que já havia decidido me demitir, caso eu não mudasse a postura. Ou seja, se eu não trabalhasse da forma como estava propondo, por mais que ele soubesse que eu necessitava do trabalho, não me pouparia.
Para mim, esse momento de diálogo já significava receber uma Bênção Divina, pois consegui ouvir tudo com muita calma e, em nenhum instante, perdi a confiança no Messias. Fiquei perplexa com as ameaças, a indignação e a insatisfação que escutei. Ele falou também que essa atitude era a forma mais fácil de mostrar à diretoria que estava tomando providências. Por outro lado, também estava ciente de que essa conduta lhe traria grandes transtornos, até conseguir uma pessoa qualificada com o mesmo desempenho que o meu.
Percebi que ele estava desesperado e desorientado.
Após ouvi-lo calmamente, expus todos os pontos da situação sob minha ótica profissional. Com o domínio do meu “ga” e de forma bem sutil, disse-lhe que não se preocupasse em me demitir. Falei da minha fé, da sinceridade e do meu empenho no trabalho, porque acredito ser tudo uma Providência Divina. Sendo assim, não temeria o desemprego e estava sendo grata pela ocorrência, pois era uma nova oportunidade de crescer na vida. Em seguida, ofereci ajuda para executarmos um trabalho em equipe, no qual tinha certeza de que alcançaríamos bons resultados. Sugeri que, assim, caso nada mudasse, ele me demitiria.
Terminado o diálogo, ministrei Johrei em sua sogra e fui ao Johrei Center, onde fiz um breve comentário com o ministro sobre o ocorrido. Ele me olhou, como se dissesse: “Não se preocupe, vai ficar tudo bem”.
Ao chegar em casa, senti uma tristeza muito grande e um sentimento de ingratidão. Afinal, havia trabalhado sem ocasionar problemas para a empresa, sem me importar, muitas vezes, de sair depois do horário, nem medir esforços para desempenhar bem minha função. Não entendia o que estava acontecendo.
No dia em que saímos de férias, ao nos despedirmos, ele ainda me disse para ter juízo e pensar, durante o tempo que ficaria fora, na conversa que tivemos. Pensei: “Eu é que tenho que criar juízo? Que absurdo!” Mas passei as férias servindo a Deus e ao Messias Meishu-Sama, fazendo a Prática do Sonen, entendendo que precisava encaminhar aquele antepassado em
sofrimento que se manifestou na pessoa do meu chefe, pedindo sua salvação.
Consegui agradecer por ter sido eu a pessoa que recebera aqueles insultos, pois sou a única portadora da Luz do Messias, o Ohikari1. Limpei meu coração, fiz donativo diário, renovei meu sentimento de gratidão a Deus e pela empresa, participei dos aprimoramentos, estudos de ensinamentos e dedicações.
Após as férias, ao retornar ao trabalho, estava me sentindo muito bem. Já não tinha nenhum sentimento negativo e estava determinada a fazer o meu melhor por meio de pequenas ações altruístas, como cumprimentar as pessoas com um “bom dia!” acompanhado de um sorriso, servindo café e tratando a todos com amor. Tive a permissão de desempenhar muito bem meu início de dia.
Ainda pela manhã, meu chefe dirigiu-se ao setor de RH – Recursos Humanos. Em seguida, aconteceu um milagre: quando me dirigia ao almoxarifado, ele me chamou e disse que gostaria de dar uma posição com relação à nossa conversa: ele havia solicitado ao RH a mudança da minha função de assistente para Programadora Júnior a partir do mês seguinte e, posteriormente, para Programadora Plena. Após três meses, eu me tornaria Programadora Sênior.
Levei um susto. Agradeci-o e disse que estaria à disposição para o que fosse necessário, objetivando o crescimento da empresa. Senti uma alegria muito grande. Na verdade, nem era pela promoção, mas por ter conseguido ultrapassar a adversidade e vivenciar a prática da fé do ensinamento de preocupar-me com a felicidade do nosso próximo, deixando todos os demais problemas nas mãos de Deus. Compreendi a veracidade e a força contidas nas mensagens de Kyoshu-Sama e a importância do altruísmo em nossa vida.
Agradeço por ter sido um instrumento útil no encaminhamento dos sentimentos negativos ao Messias para purificar e salvar os antepassados que se manifestaram por meio daquelas ocorrências. Hoje tenho ainda mais certeza de que, confiando no Supremo Deus e seguindo as orientações de Meishu-Sama, terei sabedoria para ultrapassar todas as dificuldades.
Gostaria de reafirmar meu desejo de, ao longo desse ano, salvar muitas pessoas e contribuir monetariamente para a segunda etapa da construção do Solo Sagrado, como forma de agradecer a imensa alegria que sinto. Também quero desenvolver a prática de pequenas ações altruístas até que isso se torne um hábito no meu cotidiano, junto com todos os antepassados que têm afinidade comigo.
Muito obrigada.